quarta-feira, 22 de março de 2017

Associação Cultural e Desportiva de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim Filhos de Cananéia ministra aulas para crianças e adultos

Quer aprender Capoeira? Então junte-se à Associação Cultural e Desportiva de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim Filhos de Cananéia. Aulas de Capoeira: Segundas, Quartas e Sextas-feiras, das 19h às 20h30, para Crianças e iniciantes e das 20h30 às 22h, para adultos. As aulas acontecem no Centro Comunitário e são ministradas, gratuitamente, pelo professor Zalber Santos.

Bloco Cultural Tiduca e Bazar Tiduca

Por Liliana Soares
O carnaval passou e foi cheio de energia e boas vibrações. O Bloco Cultural Tiduca levou para a Avenida Beira Mar a cultura, os ritmos e as cores do Estado de Pernambuco. A bateria do Bloco, comandada pelo Mestre de Bateria, Daniel Rodrigues, mostrou a todo público presente os encantos do Maracatu de Baque Virado, com a toada (música) “Pernambuco em Estado de Arte”, assinada por Rubens Paiva, intercalando com a leveza do Coco de Roda, com a música “Nosso Coco de Praia”, de Lília Gomes de Souza. A interpretação ficou na responsabilidade de Lilia Gomes de Souza, Eliel Dias, Gabriel Marco Banddini Azevedo, Edson de Souza Junior. Cores e brilhos não faltaram nas alas, começando pelo Estandarte, que anunciava a passagem do Bloco Cultural Tiduca. Seguido pelo Caboclo de Lança, que desfilava e brincava com quem assistia e as Catirinas que dançavam e mostravam a beleza de sua coreografia. Na sequência, a Dama de Passo, levando a Calunga, abria o caminho para a Corte, onde Rei e Rainha encantavam a todos, seguidos pelo Vassalo. Logo atrás, vieram as alas das Baianas, do Frevo, do Coco, dos Cangaceiros e das camisetas. Fechando o desfile, a Bateria com instrumentos artesanais, como Agbês, Djembês, Alfaias e as Caixinhas e o Gonguê, encantando a todos com o diferenciado som do Maracatu de Baque Virado. E passado toda a folia do carnaval, foi o momento de continuar com as ações da Associação Grupo Cultural Tiduca, aconteceu no dia 18 de março, sábado, o 4º Bazar Tiduca, no CCI – Centro de Convivência dos Idosos, onde as roupas, calçados, acessórios e utensílios domésticos foram vendidos por um preço único, e como nos outros bazares, o início foi às 9h da manhã com fila na porta.

Semana da Cultura Caiçara

Por Amir Oliveira Garcia Filho Isso tudo aconteceu no ano de 1978, com a pesquisa de Gioconda Mussolini, em São Sebastião, Litoral Norte do Estado de São Paulo. Hoje os municípios que comemoram o dia 15 de março como o Dia do Caiçara são: São Sebastião, Cananéia e Santos, no Estado de São Paulo e Guaraqueçaba e Paranaguá no Estado do Paraná. No dia 16 de março, aconteceu a abertura da Semana da Cultura Caiçara, que valoriza a identidade tradicional caiçara, no SESC – Serviço Social do Comércio, em Santos, a abertura foi com o violeiro de viola de fandango Rodolfo Vidal. Também no dia 16 foi a vez da Oficina e Palestra com fala e toque de fandango, sobre os instrumentos do fandango, exposição de livros e CD’s que retratam o dia-a-dia desta cultural. Já no dia 17 aconteceu o espetáculo “Causos Caiçaras”, com Amir Oliveira e Rodolfo Vidal, membros do Grupo de Fandango Batido São Gonçalo.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Grupo Cheiro do Mato – Produtos Naturais com Plantas Medicinais do Itapitangui

O Grupo Cheiro do Mato nasceu em novembro de 2010, com o objetivo de resgatar e valorizar o uso das ervas medicinais, desenvolvendo a educação preventiva e a troca dos saberes populares locais, passados de geração em geração, proporcionando a geração de renda e trabalho para o Grupo, por meio da comercialização de produtos artesanais aromaterápicos, como sabonetes em barra, líquido, íntimo, shampoo, creme para pentear, repelente e outros, atingindo consumidores que buscam qualidade de vida.
Trabalho
No decorrer de seis anos de trabalho, o grupo Cheiro do Mato, aprendeu e se aprimorou muito na produção e qualidade dos produtos. Isso se deve às capacitações, intercâmbios e aulas com um químico, que hoje é responsável pela qualidade dos produtos junto ao Grupo.
Intercâmbio
Feira de Economia Solidária em SP Os produtos são 100% naturais, biodegradáveis, com óleos essenciais e cera de abelha, proporcionando ao consumidor um produto de alta qualidade, sem prejudicar o meio ambiente.
Onde você pode comprar os produtos do Cheiro do Mato? Em Cananéia: - Boutique Caiçara na Rua Pedro Correia, 76 Centro de Cananéia. - ARTECA – Associação dos Artesãos de Cananéia, na Rua Tristão Lobo (em frente ao fundo Social). - Belas Artes – Rua Pêro Lobo (em frente ao Conselho Tutelar).
Entrega de produto na Boutique Caiçara Feira de Economia Solidária em Cananéia
O grupo comercializa em feiras, eventos e oficinas, além de produzir em atacado para pousadas e hotéis em Cananéia e Continente, São Paulo, Paraty/RJ, Sorocaba, Campinas, e fez uma comercialização para uma Grife de bolsas (Stella Sofia) em Curitiba/PR, com venda de trouxinhas aromáticas, onde o cliente compra a bolsa e acompanha uma trouxinha com o cheirinho especial da marca.
Trouxinhas aromáticas para comercialização do Stella Sofia
Endereço do Grupo: Rua Benjamin de Lara s/nº (ao lado da Escola Municipal de Ensino Fundamental “Oswaldo Lucachaki). Contatos: Grupo Cheiro do Mato (13) 98137-0128 – José Irene (11) 97758-0241 – Antonia Aires E-mail: cheirodosmato@gmail.com Facebook: https://www.facebook.com/cheiro.domato.3?fref=ts

quarta-feira, 8 de março de 2017

Agradecimento

Hoje só nos resta agradecer todo o aprendizado que nos foi proporcionado pelo grande homem, líder e formador Ezequiel de Oliveira, nascido no dia 17 de novembro de 1939, no bairro do Marujá, na Ilha do Cardoso, localizada no interior do Parque Estadual da Ilha do Cardoso, aqui em Cananéia, São Paulo. Sua família tem uma longa história na região. Seus tataravós vieram de Santa Catarina aproximadamente no ano de 1850. Moravam no Vale do Itajaí e resolveram migrar para o Vale do Ribeira, por conta de uma daquelas enchentes que até hoje assolam o vale catarinense. Também por que a Ilha era um lugar bonito e com muitos recursos naturais. Naquele tempo, a família de Ezequiel trabalhava com agricultura, sua única fonte de renda. Seu pai nasceu na Ilha, num sítio chamado Itapanhoapima, era pescador e também plantava; sua mãe era descendente dos que vieram de Santa Catarina. Seu Ezequiel sempre foi pescador e agente comunitário de saúde, morou toda a vida na Ilha do Cardoso e, a pé, cuidava dos doentes da Ilha do Cardoso e, da mesma forma militava pelos direitos dos moradores da Ilha, realizando assembléias para lutar pelos direitos das comunidades tradicionais. Acompanhou de perto o processo que levou a região a se tornar Parque Estadual. Nesse contexto, tornou-se um agente importante na Ilha, por ser politicamente muito ativo. Combateu, juntamente com outros membros da comunidade, o processo de ocupação dos especuladores imobiliários, que queriam transformar a região num paraíso de condomínios de luxo. Entre outras atividades importantes que desempenhou, aponta-se seu empenho na elaboração do plano gestor da Ilha do Cardoso. Hoje a Ilha do Cardoso é Parque Estadual e existem inúmeras questões a serem discutidas entre os moradores e o Estado, o que envolve desde sua presença no Parque até a legislação e a organização interna, o que abarca o turismo e o acesso à Ilha, o uso sustentável da área, as leis internas de organização dos moradores, entre outros. Ezequiel continuou trabalhando para manter as comunidades tradicionais na Ilha e acreditava que a diversidade de atividades econômicas poderia contribuir para o desenvolvimento da sustentabilidade e na melhoria da qualidade de vida de seus moradores. Um dos fundadores da Associação Rede Cananéia, foi um mestre para todos que aqui com ele tiveram a oportunidade de conviver. Em discussões mais acirradas, quando Sr. Ezequiel falava, todos calavam para ouvir, com respeito, seu ponto de vista. Grande incentivador de ideais comunitários, com ele aprendemos a ser Rede e, sem dúvida, é responsável pela formação humana de muitos que por ele passaram, incluindo toda a equipe e grupos da Rede Cananéia, que se sentem órfãos desde sua partida. Entre muitas frases, destacamos duas para levarmos como reflexão em nossas vidas: “Um povo só terá autonomia política, quando conseguir a autonomia econômica” e “Se quiser pedir um favor a alguém, peça-o a alguém que esteja ocupado”! Nossos mais sinceros agradecimentos e todo o respeito a esse homem de luta!!! Caminhemos!!! Ezequiel de Oliveira 17/11/1939 a 28/02/2017 Fonte: http://www.museudapessoa.net/pt/conteudo/pessoa/ezequiel-de-oliveira-24375

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Tradicional Festa de São Gonçalo

Por Amir Oliveira Garcia Filho
Aconteceu mais uma bela festa na Casa do Fandango, no dia do nosso Padroeiro e do Fandango Caiçara, São Gonçalo do Amarante ou São Gonçalo Casamenteiro das Moças Velhas, pois diz a lenda que Santo Antônio casa as moças novas e São Gonçalo as Moças Velhas. A Festa aconteceu no dia dez de janeiro, terça-feira, com Erguimento do Mastro, Café com Mistura e Baile de Fandango. “Viva São Gonçalo! Viva a Cultura Popular Paulista!”

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Consciência e pré-lançamento!

O ano se encaminha para o seu findar, mas nem por isso as atividades e ações da Associação Grupo Cultural Tiduca desaceleram o seu ritmo.
Por Liliana Soares
Aconteceu no dia 20 de novembro, na Praça Theodolina Gomes, o evento “Dia da Consciência Humana”, evento este que marcou o Dia da Consciência Negra como inesquecível para os munícipes de Cananéia. Tendo início às 9h, com uma linda Celebração da Missa Afro, realizada pelo Padre Alessandro Nascimento, da Paróquia São João Batista de Cananéia – SP, onde os cantos eram acompanhados por instrumentos de origem africana, como djembê, agbê e alfaia. No período da tarde ocorreu uma roda de conversa ministrada pelos Jovens Comunicadores da Associação Grupo Cultural Tiduca (Jovens Tiduqueiros), com assuntos pertinentes ao tema do evento e, também, muitas apresentações culturais, como dança, música e rodas de capoeira (Angola e Regional). E é claro a Associação não ficou de fora dessa, levando muito Maracatu, Coco de Roda e a Roda de Jongo, com a Comunidade Jongueira Tiduca e finalizando com uma grande Ciranda e encantando as mais de 200 pessoas presentes na Praça. Finalizando o mês de novembro com muita energia e boas vibrações, no último domingo, dia 27, integrantes da Associação realizaram uma visita à exposição “Linhas, Trançados e Cores” no SESC Registro e, como bons Tiduqueiros, não deixaram de fazer uma amostra dos trabalhos realizados, mostrando ao público presente, muito Jongo, Coco de Roda e Maracatu nos gramados do SESC. E dezembro começou em grande estilo. No dia dez foi realizado o pré-lançamento do Livro “Comunidade negra do Rocio – Redescobrindo nossas raízes jongueiras”, escrito pelos Jovens Tiduqueiros. O pré-lançamento aconteceu durante a realização do IV Encontro de Arte e Cultura e da VII Feira de Economia Solidária (ECOSOL), organizado pela Rede Cananéia, na Praça Theodolina Gomes (Tiduca). E claro, a Comunidade Jongueira Tiduca levou muito jongo para celebrar esse momento.